Kkkk, très bon. High's Cu Musical...
domingo, 27 de junho de 2010
Patriotismo de copa vol II
Copa, copa, copa... ah época produtiva! Economicamente falando é uma oportunidade ímpar para faturar "$", tanto em restaurantes e bares, quanto em atacados e varejos... melhor, é venda pra tudo que é canto, todo mundo enche o bolso.
Além da visão capitalista tem a comportamental... onde existem pessoas (muuuiiittas, pra falar a verdade), que nessa época, vão com a "massa" e adotam um patriotismo hipócrita, isto é, metem o pau no Brasil em outras épocas e dizem que querem sair do país pq tá uma merda, e na época mais canarinha dizem que é o país do coração.
Kkkkkk, chega a ser engraçado, pq isso é tão natural que vc releva e pensa: "ah, faz parte! todo bom filho tem orgulho das origens" ou "tá todo mundo torcendo e vibrando... pq eu seria do contra? pra aparecer?"Bom, pelo menos tem o lado bom né. São aquelas pessoas que se "arrepiam" ao ouvir o hino de Joaquim Estrada e Francisco Silva, o famoso hino nacional. Aquelas que choram, berram nos 1ºs e 2ºs tempos.
Eu confesso que virei um torcedornato nessa copa. Não gosto de futebol, mas nesse eu aprendi como funcionam algumas estratégias, as vezes eu xingo o juiz, o atacante, enfim, é hilário como um leigo se torna um crítico hábil de futebol. Sem contar que eu definitivamente me emociono ouvindo o hino tocar na África. Sou brasileiro né...
Enfim, tô torcendo pra o Brasil conseguir o título, apesar das falhas e vantagens...
Moral da história:
1. Assim como todas as situações e momentos, sempre conseguimos analisar os pós e os contras. Inclusive a Copa
2. (Não tem nada haver com o post, mas) De tão ridículo o Maradona chega a ser engraçado. Maradona é MARA!
Ganhos e perdas
Sei que isso soa um tanto infantil, mas será que existe alguma fórmula para lidar com a perda? Sei lá, alguma técnica que nos faça resistir ao sentimento da tristeza?
Já fiz essas perguntas a mim mesmo tantas vezes, e há alguns anos, ainda adolescente, caiu a ficha e percebi que isso simplesmente faz parte da vida.
O que seria da vida sem a tristeza, a felicidade, a dor, o prazer...? São esses momentos em que os sentimentos afloram que nos tornam mais experientes. E independente do que aconteça eu aprendi a agradecer por viver esses momentos, por mais doloroso que seja, eu agradeço pela experiência (apesar de ainda demorar para me conformar)... a quem? A Deus! Declaro sem frescura nem receio que eu não tenho religião (por opção), nem poderia citar a música pop do R.E.M.: “I’m losing my religion” como trilha pra esse momento, porque eu não tenho; porém eu sempre acreditei que existe uma força que nos rege e dá um significado para a vida, que nos conforta, nos proporciona a sensação de segurança, afeto e amor..., para mim essa força é Deus.
Bom, mas por que estou tocando nesse assunto de perda e ganho? Porque recentemente mais uma pessoinha da minha família deixou esse plano...
As vezes a gente demora para compreender, tentamos encontrar uma justificativa para nos reconfortarmos, e ainda assim a sensação de vazio e impotência prevalece em alguns momentos, na verdade, por um bom tempo... mas chega um dia que vc pára e se toca. “A vida é assim darling, preocupe-se em vivê-la cada momento, seja triste, seja alegre!”
Sentirei saudades G!
Boa noite!
Já fiz essas perguntas a mim mesmo tantas vezes, e há alguns anos, ainda adolescente, caiu a ficha e percebi que isso simplesmente faz parte da vida.
O que seria da vida sem a tristeza, a felicidade, a dor, o prazer...? São esses momentos em que os sentimentos afloram que nos tornam mais experientes. E independente do que aconteça eu aprendi a agradecer por viver esses momentos, por mais doloroso que seja, eu agradeço pela experiência (apesar de ainda demorar para me conformar)... a quem? A Deus! Declaro sem frescura nem receio que eu não tenho religião (por opção), nem poderia citar a música pop do R.E.M.: “I’m losing my religion” como trilha pra esse momento, porque eu não tenho; porém eu sempre acreditei que existe uma força que nos rege e dá um significado para a vida, que nos conforta, nos proporciona a sensação de segurança, afeto e amor..., para mim essa força é Deus.
Bom, mas por que estou tocando nesse assunto de perda e ganho? Porque recentemente mais uma pessoinha da minha família deixou esse plano...
As vezes a gente demora para compreender, tentamos encontrar uma justificativa para nos reconfortarmos, e ainda assim a sensação de vazio e impotência prevalece em alguns momentos, na verdade, por um bom tempo... mas chega um dia que vc pára e se toca. “A vida é assim darling, preocupe-se em vivê-la cada momento, seja triste, seja alegre!”
Sentirei saudades G!
Boa noite!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Bullying = minha nostalgia negativa
Freqüentemente estamos ouvindo um termo bastante incomum no nosso cotidiano, porém muito conhecido, se exemplificarmos através da prática. O bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo incapaz de se defender.
Bom, por que estou tocando nesse assunto...? Eu, numa noite dessas estava assistindo o “Altas Horas” e me deparei com um depoimento de uma pessoa da platéia, na qual estava declarando que havia sofrido o bullying... mesmo não estando familizarizado com o termo, no mesmo momento eu me recordei de uma situação em que eu vivi na escola... na alfabetização se eu não me engano.
Me recordo pouco, mas é o suficiente para dizer que isso pode ter deixado algumas recordações negativas em mim, tanto que hoje, 16 anos depois eu me lembrei. Me recordo que eu sofri algumas agressões na frente dos meus colegas (até então os considerava), e isso vinha de um garoto que me xingava e as vezes batia em mim na frente de todos, não tão violentamente considerável, mas o suficientemente constrangedor e traumático. De três coisas eu gravei, uma, o garoto me agredia até eu pedir “para, por favor!”; duas, a professora não estava nem aí (mesmo presenciando toda a cena), lembro disso porque eu suplicava a ela para resolver a situação e nada ela fazia, tratava com indiferença; e três todos os que eu considerava “colegas” riam a minha volta.
Bom, por que estou tocando nesse assunto...? Eu, numa noite dessas estava assistindo o “Altas Horas” e me deparei com um depoimento de uma pessoa da platéia, na qual estava declarando que havia sofrido o bullying... mesmo não estando familizarizado com o termo, no mesmo momento eu me recordei de uma situação em que eu vivi na escola... na alfabetização se eu não me engano.
Me recordo pouco, mas é o suficiente para dizer que isso pode ter deixado algumas recordações negativas em mim, tanto que hoje, 16 anos depois eu me lembrei. Me recordo que eu sofri algumas agressões na frente dos meus colegas (até então os considerava), e isso vinha de um garoto que me xingava e as vezes batia em mim na frente de todos, não tão violentamente considerável, mas o suficientemente constrangedor e traumático. De três coisas eu gravei, uma, o garoto me agredia até eu pedir “para, por favor!”; duas, a professora não estava nem aí (mesmo presenciando toda a cena), lembro disso porque eu suplicava a ela para resolver a situação e nada ela fazia, tratava com indiferença; e três todos os que eu considerava “colegas” riam a minha volta.Minha análise disso é que éramos crianças, porém tinhamos um pouco de ciência da diferença entre o bem e o mal; provavelmente esse infeliz garoto tinha problemas em casa e usava como descarga a reprodução do que sofria; a professora (que deveria ter pelo menos um pouco de noções psicopedagogas) não soube como interpretar as situações, o que é um erro muito grave, uma vez que isso jamais deve acontecer nas escolas; eu, de fato, tenho lembranças negativas dessa época; e, pelo que eu vejo isso acontece com muuuiiitaa frequência e com várias pessoas.
Toda essa história parece um pouco “emo” demais (falo isso por causa dos vídeo clipes de algumas bandas e pelas suas letras), as vezes é até rotulada como uma história de fracassados e traumatizados, mas é sério! Acontece e o indivíduo que o pratica deve ser punido! Não é só briga de crianças! E isso pode até ser um precedente de um comportamento sociopata e psicopata.
Espero que isso sirva como exemplo para prestarmos mais atenção no que está acontecendo a nossa volta.
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